Manunteção Preventiva Periódica – Por que fazer?

  A manutenção é toda ação de controle e monitoramento. O procedimento não aumenta a confiabilidade com o profissional, mas é uma forma de levar condições saudáveis à cavidade bucal, sempre próxima da ideal. Há dois tipos de manutenções:   A) Manutenção preventiva A manutenção preventiva previne a ocorrência corretiva e tem como principal finalidade, a prevenção e o controle da saúde bucal. Por isso, é importante levar as crianças desde os primeiros anos à avaliação periódica. Os programas mais constantes da manutenção preventiva são: escovação correta e diária, uso de fio dental, flúor, selantes, profilaxia – medida para afastar agentes que causam doenças-, entre outras. O denominador comum de todos esses programas de manutenção preventiva é o planejamento da manutenção em relação ao tempo de visita ao dentista, que deve ser semestral.   B) Manutenção corretiva A manutenção corretiva trata de danos atuais e não iminentes, não é periódica e ocorre de forma variável quando na ocorrência de uma doença ou outra alteração, assim como em dentes mal posicionados e ausência deles, por exemplo. Estão inclusas nessa modalidade de manutenção as especialidades de Dentística, Endodontia, Próteses e Implantodontia, Ortodontia, Periodontia e etc.   Ortodontia Preventiva e Interceptiva A procura por tratamento ortodôntico normalmente acontece por iniciativa dos pais de um paciente ou dele próprio, que sugere problemas encontrados dos quais requerem tratamento. Erroneamente, muitos pensam que o tratamento tem inicio somente com a troca dos dentes permanentes, entretanto, a criança em desenvolvimento pode perder a oportunidade de tratamento durante o surto de crescimento, período em que a dentição cresce e é possível evitar futuros problemas. Além disso, se deve preservar o espaço dos dentes de leite (decíduos), com tamanhos menores para a erupção dos dentes permanentes. Na Ortodontia Preventiva e Interceptativa, há a possibilidade de direcionamento correto de crescimento como mordida cruzada, pouco ou muito desenvolvimento da maxila e/ou mandíbula. Além da prevenção de dentes mal posicionados que nas crianças interferem, também, na respiração e na fala. Isso é possível quando se aproveita o surto de crescimento que pode, na maioria dos casos, minimizar ou sanar um problema ortodôntico, ao guiar o desenvolvimento facial e dentário através de aparelhos ortopédicos. Posteriormente, a segunda fase, se necessária, poderá ser executada em menor tempo, ao passo que grande parte dos problemas foram resolvidos e, dessa forma, evita a necessidade de cirurgia ortognática ou extrações dentárias no futuro. Geralmente a colocação do aparelho, a conscientização e a correção da anomalia farão com que o paciente abandone os hábitos de chupar dedo ou chupeta, na posição de dormir, costume de morder objetos como lápis e palitos, a língua, o lábio e as bochechas, assim como roer as unhas, apoiar a cabeça pela...

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