Manunteção Preventiva Periódica – Por que fazer?

Posted by on julho 20, 2013 in Dicas Odontológicas | 0 comments

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A manutenção é toda ação de controle e monitoramento. O procedimento não aumenta a confiabilidade com o profissional, mas é uma forma de levar condições saudáveis à cavidade bucal, sempre próxima da ideal.

Há dois tipos de manutenções:

 

A) Manutenção preventiva

A manutenção preventiva previne a ocorrência corretiva e tem como principal finalidade, a prevenção e o controle da saúde bucal. Por isso, é importante levar as crianças desde os primeiros anos à avaliação periódica.
Os programas mais constantes da manutenção preventiva são: escovação correta e diária, uso de fio dental, flúor, selantes, profilaxia – medida para afastar agentes que causam doenças-, entre outras. O denominador comum de todos esses programas de manutenção preventiva é o planejamento da manutenção em relação ao tempo de visita ao dentista, que deve ser semestral.

 

B) Manutenção corretiva

A manutenção corretiva trata de danos atuais e não iminentes, não é periódica e ocorre de forma variável quando na ocorrência de uma doença ou outra alteração, assim como em dentes mal posicionados e ausência deles, por exemplo.
Estão inclusas nessa modalidade de manutenção as especialidades de Dentística, Endodontia, Próteses e Implantodontia, Ortodontia, Periodontia e etc.

 

Ortodontia Preventiva e Interceptiva

A procura por tratamento ortodôntico normalmente acontece por iniciativa dos pais de um paciente ou dele próprio, que sugere problemas encontrados dos quais requerem tratamento.
Erroneamente, muitos pensam que o tratamento tem inicio somente com a troca dos dentes permanentes, entretanto, a criança em desenvolvimento pode perder a oportunidade de tratamento durante o surto de crescimento, período em que a dentição cresce e é possível evitar futuros problemas. Além disso, se deve preservar o espaço dos dentes de leite (decíduos), com tamanhos menores para a erupção dos dentes permanentes.

Na Ortodontia Preventiva e Interceptativa, há a possibilidade de direcionamento correto de crescimento como mordida cruzada, pouco ou muito desenvolvimento da maxila e/ou mandíbula. Além da prevenção de dentes mal posicionados que nas crianças interferem, também, na respiração e na fala.

Isso é possível quando se aproveita o surto de crescimento que pode, na maioria dos casos, minimizar ou sanar um problema ortodôntico, ao guiar o desenvolvimento facial e dentário através de aparelhos ortopédicos. Posteriormente, a segunda fase, se necessária, poderá ser executada em menor tempo, ao passo que grande parte dos problemas foram resolvidos e, dessa forma, evita a necessidade de cirurgia ortognática ou extrações dentárias no futuro.

Geralmente a colocação do aparelho, a conscientização e a correção da anomalia farão com que o paciente abandone os hábitos de chupar dedo ou chupeta, na posição de dormir, costume de morder objetos como lápis e palitos, a língua, o lábio e as bochechas, assim como roer as unhas, apoiar a cabeça pela mão sempre na mesma posição facial.
Para realizar a primeira consulta, não existe idade certa, geralmente se recomenda que seja aos quatro ou cinco anos, faixa etária essa em que a criança aceita bem o tratamento, avalia o desenvolvimento dentário e o crescimento facial.

 

Ortodontia Corretiva

A ortodontia corretiva se inicia no final da dentição mista (final da troca de dentes de leite) e o início da dentição permanente. A correção é dada por meio de aparelhos ortodônticos fixos e/ou removíveis, que permitem corrigir a posição dos dentes e a oclusão (engrenamento dos dentes superior com o inferior).

É difícil prever o tempo exato de um tratamento ortodôntico, pois depende de vários fatores como tipo de má oclusão, tipo de aparelho utilizado, respostas biológicas individuais e o principal, a colaboração do paciente. Um tempo médio é de vinte e quatro a trinta meses de tratamento ativo.

Dentes tortos ou que não se encaixam corretamente dificultam a higienização, podem sofrer fraturas e desgastes inadequados, levando a perdas precoces, além do aumento da incidência de cáries e problemas estéticos. Também causam um estresse adicional aos músculos da mastigação o que pode causar dores de cabeça, distúrbios da articulação temporo-mandibular (ATM) e dores na região do pescoço, ombros e costas.

Com isto, adultos estão mais à procura de tratamento ortodôntico em busca de melhorar estética e aparência, além de corrigir dentes desalinhados com novas técnicas e aparelhos esteticamente mais bonitos. No tratamento ortodôntico, a cada caso, temos os seguintes protocolos de atendimento e objetivos: 

  • Resultados com alta qualidade;
  • Descomplicação dos procedimentos;
  • Informação do andamento do tratamento;
  • Informação dos objetivos a serem atendidos; Tamanho reduzido do aparelho, maior distância dos bráquetes, e por consequência, um tratamento mais rápido;
  • Aparelho delicado, confortável e elegante;
  •  Facilidade na higienização;
  • Boa estética;
  • Condições ideais de estética, função e estabilidade na finalização do tratamento;


Não esqueça que ESFORÇO é igual a obter RESULTADOS.
 

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